domingo, 24 de junho de 2018

HORÁRIO DAS AVALIAÇÕES-II UNIDADE

                     HORÁRIO DAS AVALIAÇÕES- II UNIDADE








3º ANO "A"



         25 - 06  Ciências e Inglês
26 – 06 Matemática
                              27 - 06  Português e Produção Textual
        28 – 06  Geografia e Arte
          29- 06  História e Filosofia





4º ANO "A"


                                                    25 - 06  Matemática
                                                    26 - 06  Inglês e Filosofia
                                                    27 - 06  Português e Produção Textual
                                                    28 - 06  História e Arte
                                                    29 – 06  Ciências e Geografia



5º ANO 


                                                   25-06  Português e produção textual
                                                   26-06  Matemática 
                                                  27-06 Ciências e Filosofia
                                                  28-06  Arte  e História
                                                  29-06  Geografia Inglês

               Bom estudo!

segunda-feira, 11 de junho de 2018

13 - DE JUNHO - DIA DO PADROEIRO DA NOSSA CIDADE!

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O dia 13 de junho e a comemoração de Santo Antônio

Além de “Santo Casamenteiro”, Santo Antônio também recebe o título de “padroeiro dos humildes”, Saiba mais sobre o seu dia, comemorado em 13 de junho


Popularmente conhecido como o “santo casamenteiro”, Santo Antônio normalmente é representado em imagens segurando o menino Jesus e é um dos santos mais populares do Brasil, também considerado um dos mais importantes do Catolicismo.
No Brasil, o dia 13 de junho é dedicado para celebrar, todos os anos, o Dia de Santo Antônio. Esta é a mesma data em que ocorreu o seu falecimento e, devido à sua fama de milagroso, muitos devotos fazem simpatias e deixam a sua imagem “de castigo” para chamar a sua atenção para que ele possa auxiliá-los a encontrar o seu par ideal.

Quem foi Santo Antônio?

Também conhecido como Santo Antônio de Lisboa, Santo Antônio de Pádua nasceu no dia 15 de agosto de 1191, com o nome de Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo, em Lisboa, Portugal.
Foi cônego regular em Portugal até os 25 anos de idade, quando soube que cinco franciscanos tinham sido martirizados em Marrocos, consequência de tentarem evangelizar infiéis. A partir daí, Santo Antônio decidiu tornar-se um missionário e entrou para a ordem dos frades franciscanos. Conta-se que a sua vida religiosa começou com a sua atuação como frade no Convento de São Vicente de Fora, e depois, no Convento de Santa Cruz, lugar em que estudou a Bíblia e as literaturas patrística, científica e clássica.
Ilustração de Santo Antônio
Ilustração: TV Brasil/ EBC
Em 1220, Santo Antônio tornou-se franciscano. Faleceu no dia 13 de junho de 1231, na cidade de Pádua, devido a uma doença inesperada, aos 36 anos de idade. Em 30 de maio de 1232 foi canonizado por Gregório IX.
Santo Antônio, conhecido como o “santo casamenteiro” e “o padroeiro dos humildes”, também foi o primeiro doutor da Igreja Franciscana e lecionou em universidades italianas e francesas.

Santo Antônio: Santo Casamenteiro e padroeiro dos humildes

Bastante popular como o “Santo Casamenteiro”, Santo Antônio é invocado para auxiliar seus fiéis solteiros que estão à procura de um pretendente para selar matrimônio. O dia 13 de junho, data em que é comemorado o seu dia, é o momento de fazer simpatias para pressionar o santo a auxiliá-los a alcançar o seu objetivo. Assim sendo, várias pessoas colocam a sua imagem de cabeça para baixo ou tiram o menino Jesus até que o pedido seja atendido. Segundo a lenda, quem casa no Dia de Santo Antônio sempre permanecerá casado.
Além de ser conhecido como o “Santo Casamenteiro”, Santo Antônio também recebe o título de “padroeiro dos humildes”, pois ele distribuía alimentos aos menos favorecidos. Daí surgiu o “pão dos pobres”, também conhecido como “pãozinho de Santo Antônio”.
No dia de Santo Antônio, 13 de junho, as igrejas costumam distribuir os pãezinhos de Santo Antônio, que devem ser guardados dentro de potes de farinha ou na despensa, para que sempre tenha comida em casa.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

DIA- 09 DE JUNHO- DIA DE ANCHIETA

Dia de Anchieta Dia de AnchietaVocê já deve ter ouvido falar no Padre José de Anchieta, não é mesmo? Ele foi um dos primeiros jesuítas a chegar ao Brasil e logo percebeu que tinha uma missão pela frente: catequizar os índios que encontrou ao longo do litoral brasileiro. Nascido nas Ilhas Canárias (Espanha), Anchieta tinha 19 anos quando chegou ao Brasil, em 13 de julho de 1553 e sempre foi muito empenhado em tudo que fazia, e veja que ele tinha muitos dons: era professor de ensino primário, catequista, ensinando os princípios da religião católica aos índios, enfermeiro, ajudando a fundar hospitais e cuidar dos doentes, guerreiro, ajudando em conflitos entre os índios e os estrangeiros e também escritor, deixando duas obras especializadas “Gramática da Língua Brasílica” e “Vocabulário Tupi-Guarani”, que tratava da língua falada pelos índios tupi-guaranis. Ajudou a fundar as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, sempre trabalhando a favor dos índios. Finalmente resolveu estabelecer moradia no Espírito Santo, na antiga aldeia de Rerigtibá, hoje chamada de Anchieta. Faleceu em 9 de junho de 1597 e por isso em 9 de junho é comemorado o “Dia de Anchieta”, em homenagem ao padre.

domingo, 3 de junho de 2018

MÊS DE JUNHO- FESTAS JUNINAS

              


              Festas Juninas


DATAS COMEMORATIVAS

As festas juninas têm em suas raízes a mistura de elementos das tradições pagãs romano-germânicas e cristãs.


As comidas típicas marcam as festas juninas
As comidas típicas marcam as festas juninas

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No Brasil, desde pelo menos o século XVII, no mês de junho, comemoram-se as chamadas “Festas Juninas”, que possuem esse nome por estarem associadas ao referido mês. Sabemos que, além daquilo que tipifica tais festas, como trajes específicos, comidas e bebidas, fogueiras, fogos de artifício e outros artefatos feitos com pólvora (como bombinhas), há também a associação com santos católicos, notadamente: São João, Santo Antônio e São Pedro. Mas quais são as raízes das festas juninas?
Os pesquisadores especializados em festividades e rituais costumam apontar as origens das festas juninas nos rituais dos antigos povos germânicos e romanos. Os povos que habitavam as regiões campestres, na antiguidade ocidental, prestavam homenagens a diversos deuses aos quais eram atribuídas as funções de garantir boas plantações, boas colheitas, fertilidade etc. Geralmente, tais rituais (que possuíam caráter de festividade) eram executados durante a passagem do inverno para o verão, que, no centro-sul da Europa, acontece no mês de junho.
Esses rituais implicavam o acendimento de fogueiras e de balões (semelhantes aos que hoje são feitos com papel de seda), entre outros modos de comemorações, como danças e cânticos. Na transição da Idade Antiga para a Idade Média, com a cristianização dos romanos e dos povos bárbaros, essas festividades passaram a ser assimiladas pela Igreja Católica, que, como principal instituição do período medieval, soube também diluir o culto aos deuses pagãos do período junino e substituí-los pelos santos.
A religiosidade popular absorveu de forma muito profunda essa mistura das festividades pagãs com a doutrina cristã. Nas regiões do Sul da Europa, sobretudo na Península Ibérica, onde o catolicismo desenvolveu-se com muita força no fim da Idade Média, essas tradições tornaram-se plenamente arraigadas. Com a colonização do Brasil pelos portugueses a partir do século XVI, as festividades juninas aqui foram se estabelecendo, sem maiores dificuldades, e ganhando um feitio próprio.
As comemorações das festas juninas no Brasil, além de manterem as características herdadas da Europa, como a celebração dos dias dos santos, também mesclaram elementos típicos do interior do país e de tradições sertanejas, forjadas pela mescla das culturas africana, indígena e europeia. Sendo assim, as comidas típicas (como a pamonha), as danças, o uso de instrumentos musicais (como a viola caipira) nas festas, etc., tudo isso reflete milênios de tradições diversas que se imbricaram.

TENHAM TODOS UM SÃO JOÃO ABENÇOADO!

quarta-feira, 23 de maio de 2018

PADROEIRA DO NOSSSO AMADO COLÉGIO

Observe a imagem da padroeira do nosso amado colégio.

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Agora vamos aprofundar nosso conhecimento e aprender um pouco mais a respeito de Santa JOANA D'ARC

Origens

Joana nasceu em 1412, no vilarejo de Domrémy, pertencente ao Ducado de Lorena, na França. Filha de camponeses trabalhadores e honrados, ela viveu ali sua infância, como qualquer outra menina de sua idade. Ocupava-se de trabalhos domésticos e, às vezes, pastoreava rebanhos de ovelhas do pai.

Chamada desde criança

Desde a infância Joana demonstrava uma piedade singular. Sentia-se atraída à contemplação, gostava de subir a lugares elevados para contemplar o panorama. Gostava muito de participar das celebrações na igreja e teve grande interesse em aprender o catecismo e a doutrina católica.

Um anjo guiando nos caminhos de Deus

Aos treze anos Joana começou a ouvir uma voz, que lhe orientava no caminho de Deus. Veja como ela mesma narrou esses fatos com muita simplicidade: "Quando eu tinha mais ou menos 13 anos, ouvi a voz de Deus que veio ajudar-me a me governar. Eu ouvi a voz do lado direito, quando ia para a Igreja. Depois que ouvi esta voz três vezes, percebi que era a voz de um anjo. Ela me ensinou a me conduzir bem e a frequentar a igreja". Há um detalhe muito importante nessa fala: segundo ela mesma afirma, a voz veio para ajudá-la a governar a si mesma, ou seja, o anjo de Deus ensina a adolescente Joana a ter autodomínio, um fruto do Espírito Santo. Mais tarde ela descobriu que era São Miguel Arcanjo quem falava com ela e que ela deveria partir em socorro do rei da França.

A França em grande sofrimento

Há setenta e cinco anos a França sofria demasiadamente vivendo a chamada “Guerra dos cem anos”. Tal guerra se dava contra a Inglaterra. A França, então um dos grandes países católicos, sofria a tentativa de invasão por parte dos ingleses desde 1337. A França, por sua vez, vinha dividida por discórdias internas e queda na moral e na religião. Em 1420 o rei francês perdeu o trono para o rei inglês e a França corria o risco de deixar de existir como país.

A hora de Santa Joana D’Arc

Ao completar 17 anos, a voz vinda do céu avisou a Joana que sua hora de agir tinha chegado. Então, ela saiu da casa de seus pais e conseguiu convencer um Capitão francês chamado Roberto de Baudricourt a leva-la até o rei “não empossado” da França, Carlos VII, que estava em Chinon. Joana dizia ser da vontade de Deus que Carlos recebesse a coroa e que ela, Joana, tinha sido chamada para liderar os exércitos da França na expulsão dos ingleses.

Comprovação na corte real

Depois de superar grandes dificuldades, Santa Joana chegou à corte real. Era o dia 6 de março de 1429. Para testar a veracidade do que ouvira dizer sobre Joana, o rei disfarçou-se na sala e colocou um falso rei no trono. Quando Santa Joana foi apresentada ao falso rei, não deu a ele nenhuma importância. Imediatamente passou a procurar entre os presentes no recinto até encontrar Carlos, que estava escondendo-se em um canto. Fixando nele o olhar, fez-lhe a devida reverência e disse: "Muito nobre senhor Delfim (rei), aqui estou. Fui enviada por Deus para trazer socorro a vós e vosso reino". Todos os presentes ficaram assombrados e aclamaram calorosamente a jovem e santa Joana.

À frente dos exércitos

Depois de ouvir atentamente a Joana, Carlos VII colocou os exércitos franceses à disposição dela. E ela partiu liderando os guerreiros para as batalhas decisivas. A presença de Santa Joana, virgem, cheia de inocência, sabedoria e força, impunha grande respeito e dava novo ânimo aos soldados. Como medida de união, ela proibiu a bebida alcoólica e os jogos entre os soldados. Além disso, convenceu os soldados a se confessarem e comungarem para enfrentar os ingleses com o poder de Deus.

Grandes vitórias

Os conselhos de guerra de Santa Joana nunca falharam, deixando grandes generais cheios de admiração. Sob sua liderança, os exércitos franceses acumularam vitórias importantíssimas. Em meio às batalhas, ela sempre portava um estandarte com a imagem de Cristo e os nomes: Jesus e Maria. Graças a Santa Joana D’Arc o ideal de unificação renasceu na França, bem como a esperança de reconquistar o que tinha sido perdido para os ingleses. Por isso, o povo não se cansava de manifestar gratidão e apoio a Santa Joana.

O rei francês é coroado

Graças à liderança de Santa Joana D’Arc, Carlos foi coroado em 17 de julho de 1429. Ela estava lá, a seu lado, portando seu estandarte. Embora alguns territórios estivessem ainda sob o domínio inglês, o reino da França tinha sido restaurado graças a Santa Joana D’Arc.

Ingratidão

Carlos VII, sentindo-se firme e poderoso no trono, esqueceu-se da gratidão que devia a Santa Joana D’Arc e abandonou-a. Ela, por sua vez, continuou a luta, por amor a seu país e para ver seu povo livre dos sofrimentos impostos pelos ingleses. Assim, na tentativa de salvar a cidade de Compiègne da mão dos ingleses, ela acabou presa e levada a um falso tribunal de Inquisição, chefiado por um bispo corrupto, que recebera grande soma para condenar a santa. Assim, apesar da defesa feita assombrosa pela própria Joana, inspirada por Deus, sem um defensor do Estado a que tinha direito, ela foi condenada por bruxaria e heresia.

Morte

Assim, Santa Joana D’Arc recebeu a pena de ser queimada em praça pública. Aconteceu no dia 30 de maio de 1431, quando ela tinha apenas dezenove anos. Amarrada, no meio das chamas, com os olhos fixos em seu crucifixo, ela entregou sua vida sem esmorecer, cumprindo sua missão e afirmando crer naquela voz do anjo que guiou seus passos e libertou a França através dela.

domingo, 13 de maio de 2018

MAIO- MÊS MARIANO

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                        Maria de Nazaré

 

Maria de Nazaré
Maria me cativou
Fez mais forte a minha fé
E por filho me adotou

Ás vezes eu paro, eu fico a pensar
E sem perceber me vejo a rezar
O meu coração se põe a cantar
Pra virgem de Nazaré

Menina que Deus amou e escolheu
Pra mãe de Jesus, o filho de Deus
Maria que um povo inteiro elegeu
Senhora e mãe do céu

Ave, Maria
Ave, Maria
Ave, Maria
Mãe de Jesus

Maria que eu quero bem
Maria do puro amor
Igual à você, ninguém
Mãe pura do meu Senhor

Em cada mulher que a terra criou
Um traço de Deus, Maria deixou
Um sonho de mãe, Maria plantou
Para o mundo encontrar a paz

Maria que fez o Cristo falar
Maria que fez Jesus caminhar
Maria que só viveu para seu Deus
Maria do povo meu

Ave, Maria
Ave, Maria
Ave, Maria
Mãe de Jesus

Ave, Maria
Ave, Maria
Ave, Maria
Mãe de Jesus

Ave, Maria
Ave, Maria
Ave, Maria
Mãe de Jesus


Origem do Dia das Mães

                       
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Origem do Dia das Mães
Anna Jarvis perdeu sua mãe, Ann Marie Reeves Jarvis, em maio de 1905, na cidade de Grafton, no estado da Virgínia Ocidental, EUA. Com a morte da mãe, Anna, diante do sofrimento e da dor que sentiu, decidiu organizar com a ajuda de outras moças um dia especial para homenagear todas as mães e para ensinar as crianças a importância da figura materna.
Anna e suas amigas eram ligadas à Igreja Metodista da cidade mencionada acima. Em 10 de maio de 1908, o grupo de Anna conseguiu celebrar um culto em homenagem às mães na Igreja Metodista Andrews, em Grafton. A repercussão do tema do culto logo chamou atenção de líderes locais e do então governador do estado de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock. Glassock definiu a data de 26 de abril de 1910 como o dia oficial de comemoração em homenagem às mães.
Dia das Mães no Brasil
No caso do Brasil, o Dia das Mães foi comemorado pela primeira vez em 12 de maio de 1918, na Associação Cristã de Moços de Porto Alegre. Em outros lugares, houve também outros focos de comemoração de mesmo teor, geralmente associados a instituições religiosas. Mas foi somente em 1932, durante o governo provisório de Getúlio Vargas, que o Dia das Mães passou a ser celebrado segundo o molde dos Estados Unidos, isto é, em todo segundo domingo do mês de maio.